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quarta-feira, 24 de março de 2021

Crônica do final de semana...




Dias melhores virão... Cuidado!!!

Nunca foi tão necessário a compreensão de uma palavra extremamente simples na história da humanidade... Cuidado!

Nunca caminhando tanto em direção as coisas, nos esquecemos vergonhosamente de um pequeno gesto... Cuidado!

Nunca estivemos tão ocupados com os acontecimentos do mundo e nos esquecemos tanto dos muitos que morrem ao nosso lado clamando por... Cuidado!

Nunca nos ofendemos tanto defendendo nossos posicionamentos políticos partidários, religiosos, questões insignificantes e nos omitimos de maneira pensada ou não referente ao... Cuidado!

Nunca se falou e ganhou tanto dinheiro em nome de Deus e nos esquecemos que a mensagem desse Deus sempre foi... Cuidado!

Nunca se viajou tanto ao redor do mundo utilizando os mais diversos meios e nunca estivemos tão longe um do outro por falta de... Cuidado!

Nunca se falou tanto da vida do outro para os outros por todos os lugares e nunca nos esquecemos tanto de pensar no outro com... Cuidado!

Nunca ouvimos tantos discursos inflamados no congresso, senado e outros seguimentos da política e o povo continua sofrendo nas filas pela espera de um leito, sofrendo por falta de oxigênio e morrendo nos hospitais e sofrendo por falta de... Cuidado!

Nunca ouvimos tantas pessoas desejarem que o ano passe como num truque de mágica para amenizar dores pelas perdas de parentes e pelo fato de não terem experimentado algo tão simples... Cuidado!

Nunca fomos tão carentes de esperança em caráter global e a humanidade nunca esperou tanto dos seus pares algo tremendamente óbvio... Cuidado!

Nunca perdemos tanto como no ano de 2020/2021... amigos, parentes, conhecidos e desconhecidos, e o que mais necessitavam naquele momento era de... Cuidado!

Cuidado, deveria ser a palavra chave de nossas vidas no ano de 2021...

Cuidado com a natureza... tão negada e explorada, ela que é fundamental para nossas vidas.

Cuidado com os nossos queridos... que hoje estão conosco e amanhã não sabemos se estarão aqui.

Cuidado com nosso povo... que ri e que chora, mas não pode pensar em desistir da caminhada, ainda que esta seja desgastante, como nos últimos meses.

Cuidado com o coração... para que ele nunca se coisifique nos tornando sem prazer, sem sentimento, frio e imune a felicidade.

Cuidado com a vida... ela é tão curta como nos diz a Bíblia e as vezes insistimos em perder tempo com discussões tolas como política e religião, afinal todos têm suas verdades. E o futebol? Se resume na zoação dos amigos.

Cuidado com o tempo... pois não podemos dominá-lo e sendo assim precisamos aproveitar cada minuto dele para espalhar aquilo que temos de melhor... amizade, companheirismo, amar de maneira verdadeira nossos entes queridos, respeito as opiniões dos outros, ainda que sejam diferentes da nossa.

Temos uma prévia sombria para 2021, mas mesmo que seja duro e com perdas como 2020, ainda assim podemos vivê-lo com atitudes diferentes e sem medo de ser feliz, nos reinventado diante dessa pandemia, afinal felicidade é um trabalho interior.

Que o bom Deus nos dê uma jornada calma, serena e tranquila em meio aos turbilhões de emoções, perdas e decepções com todos os nossos queridos amigos e amigas e que o cuidado seja o mote das nossas vidas no decorrer deste novo ano....

Juntos lutaremos e venceremos, ainda que alguns de nós tenha que voltar pra casa.

Que Deus abençoe o mundo e o povo brasileiro!

Robertinho 

sexta-feira, 19 de março de 2021

Crônica do final de semana...

 



Passa cachorro

Estava no meu primeiro ano de seminário e como todo seminarista, não poderia perder a chance de pregar, ainda que fosse para cadeiras e mesas, num público do imaginário.
Naquela época, nos meses de férias, os estudantes de teologia voltavam para o seu estado ou se dirigiam para outros, a fim de realizar o chamado trabalho de férias que consistia em passar um período numa igreja ou congregação ajudando e ganhando experiências.
Saí da minha casa em Cachoeiro com uma grande mala e dirigi-me ao ponto de ônibus para embarcar no velho ônibus da Viação Real. Após acomodar minha bagagem, entrei para encarar uma viagem de pouco mais de uma hora.
Chegando em Jerônimo Monteiro, fui extremamente bem recebido pela saudosa irmã Helena Brito, vice-presidente da Igreja e sua irmã Ceci, onde fiquei hospedado para iniciar minha jornada de 15 dias.
O início da jornada foi bem intenso com visitas aos irmãos que moravam na roça e com direito a fazer algumas refeições oferecidas com todo carinho. Como bom visitante, procurava não decepcionar os anfitriões. Tomava suco de maracujá natural, praticamente o dia inteiro e quando chegava na parte da tarde era um sufoco conter a sonolência!
Na segunda semana, fui convidado para pregar no aniversário de 01 aninho de Fernanda, na roça. Preparei-me com muito entusiasmo para o grande evento, afinal seria um grande acontecimento naquela comunidade!
Chegamos bem cedo ao local do culto e percebi, sentado na porta da casa da aniversariante, um enorme cachorro que me olhou de maneira estranha e não perdi a oportunidade de retribuir o mesmo olhar. Senti que ele observava todos os meus passos, pelo menos meu medo me passava esse sentimento.
O culto aconteceu normalmente. Uma mesa foi colocada no centro do quintal e foi uma grande festa para minha alegria! Chegando ao final do culto, ficamos por ali conversando, enquanto o povo da casa dava os últimos retoques para cantar
parabéns
no interior da residência. E o cachorro não tirava os olhos de minha pessoa.
Ao final de uns 15 minutos, arrumando minhas coisas que estavam sobre a mesa, eis que sinto algo puxar a barra da minha calça e num gesto de puro reflexo, gritei: passa cachorro!!! Quando me virei, percebi que era a aniversariante me chamando para cantar
parabéns
. Os convidados gargalharam com força! Imediatamente, abracei a Fernanda e pedi desculpas, mas o estrago já havia sido feito.
Fiquei mais uma semana na igreja e a galera jovem não perdia tempo...
Todas as vezes que estávamos juntos, gritavam: passa cachorro!
Bom dia !!!

Crônica de uma viagem ao Rio de Janeiro...

 



As aparências enganam!

Cheguei no sábado por volta das 6h da manhã. Como viajei por uma empresa de turismo, desci diante do outrora imponente, hotel Glória.

Enquanto esperava pelo o amigo que me pegaria, fiquei observando o velho hotel, imaginando que seria quase impossível esperar tranquilamente, diante de um local, onde as pessoas se aglomeravam para pegar um autógrafo de alguma celebridade ou apenas receber um aceno.

Meu amigo chegou e nos dirigimos para o bairro chamado Del Castilho, onde ele ficaria no trabalho e eu seguiria até à residência dele no bairro da Penha.

Assumi meu posto como motorista e fiz aquela breve adaptação nos retrovisores e arranquei com o veículo, cheio de vontade de chegar à casa para descansar de uma longa viagem.

Ao longo do percurso, percebi que as pessoas acenavam-me, algumas de maneira bem efusiva, ao mesmo tempo fui tentando responder da mesma maneira.

Meu coração se alegrou, pois imaginei que mesmo após vários anos, muitas pessoas se mostravam simpáticas ou mesmo se lembravam de Robertinho, meu pseudônimo nos tempos da PIB de Manguinhos e do Seminário.

Cheguei à residência do meu amigo Márcio, feliz da vida! Estacionei o carro com todo cuidado e retirei minha grande bagagem, uma mochila!

Assim que abri o portão e acionei o alarme do veículo tive uma surpresa: lembrei-me que o carro do meu amigo era um táxi e os acenos das pessoas não passavam de um pedido para prestação de serviço.

Toda a minha empolgação não passou de um grande mau entendido: elas imaginavam que se tratava de um taxista... E eu achando que elas acenavam-me por ser simpático e um "velho conhecido".

Enganei-me!!!

Afinal, as aparências enganam.




sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

 


Três crianças negras desaparecidas...

Lucas Matheus, de 8 anos, o primo dele Alexandre da Silva, 10, e Fernando Henrique, 11, foram vistos pela última vez no dia 27 de dezembro do ano passado, no Morro do Castelar, em Belford Roxo.
Três crianças que tiveram suas vidas roubadas sabe-se lá por quais motivos, considerando que nada justificar tirar a vida de alguém, muito menos de três crianças.
Três crianças que poderiam ter uma vida melhor se não fossem as profundas desigualdades sociais que existem em nosso país e o tremendo desejo de um certo grupo da população, sem nenhum espírito humano, que acha que esse tipo de meninos devem morrer, antes que virem bandidos.
Três crianças que pelo tempo do desaparecimento, devem estar mortas (torço para que não), e me pergunto a troco de quê? Seria vingança contra os pais? Seriam maníacos, abusadores de crianças? Seriam traficantes de crianças? São tantas peguntas são respostas...
Três crianças que gostavam de fazer aquilo que todo menino gosta de fazer: correr, brincar, jogar bola na rua incomodando os vizinhos, soltar e pegar pipa voada, "roubar" goiaba ou qualquer fruta na casa do vizinho sem a permissão do dono.
Três crianças que queriam apenas viver de forma plena o direito de serem crianças, andando por todos os lados, fazendo algumas descobertas interessantes e outras nem tanto.
Três crianças sendo e vivendo como crianças no seio de uma sociedade que as vezes finge que as aceitam, mas na primeira oportunidade, vibram e não se interessam quando elas desaparecem, muito pelo contrário: dão graças a Deus, como se o Eterno, estivesse de acordo com tamanha aberração.
Três crianças que não podem ter os seus nomes esquecidos, para que suas famílias possam ser consoladas pelo encontro dos seus corpos com vidas, ou chorarem pela dor de sepultá-las.
Três famílias que não tiveram o direito de usar o Parágrafo 2, Artigo 208 da Lei nº 8,069, que diz “a investigação do desaparecimento de crianças ou adolescentes será realizada imediatamente após notificação aos órgãos competentes, que deverão comunicar o fato aos portos, aeroportos, Polícia Rodoviária e companhias de transporte interestaduais e internacionais, fornecendo-lhes todos os dados necessários à identificação do desaparecido.” A busca por crianças desaparecidas acontece imediatamente e nunca 24 ou 48 horas após o fato.
Três famílias que têm esse direito de saber o que aconteceu e nós precisamos nos aliar a elas no sentido de cobrar das autoridades responsáveis pela celeridade nas investigações que estão se arrastando por mais de trinta dias.
Três famílias que representam uma esmagadora parcela da sociedade brasileira e por isso mesmo podem sentir literalmente na pele essa mesma experiência em suas próprias famílias.
Três famílias que estão esfarrapadas pela dor do desaparecimento e das incertezas quanto ao futuro, mas unidas na esperança de que a justiça seja feita.
Três famílias que esperam que o Sol da Justiça, entrem sujando de vida os nossos olhos sujos de morte claro de morte.

domingo, 13 de dezembro de 2020


 

Introdução de um sermão proferido na PIB de Carapina, ES, liderada pelo Pr. Marques Xavier Marins, em 18/12/20

Tema: Deus ouviu o choro de uma criança...

No dia 12 de outubro comemorou-se em todo o Brasil, o Dia da Criança no Brasil e esse tema tem sido negado por muitas pessoas que acreditam que a Bíblia fala muito pouco sobre o assunto o que não é verdade, desde as primeiras páginas encontramos Deus preocupados com as crianças.

Há quase 2 bilhões de crianças no mundo, praticamente um terço da população.

No Brasil são aproximadamente 36 milhões de crianças, até os 12 anos que correspondem aproximadamente 17% da população, estimada em 207 milhões de pessoas.

No estado do Espírito Santo, temos aproximadamente 811.478 crianças, assim distribuídas na Grande Vitória: Vitória: 63,085; Viana: 15.540; Cariacica: 84,882 e Serra: 103,148. 

Podemos dizer que a maioria esmagadora dessas crianças enfrentam perigos por causa da pobreza, insegurança em função das negligências governamentais e abusos por falta de políticas de proteção. Um fato curioso levantado por Dan Brewster no livro “A Criança, a Igreja e a Missão” é que mesmo as crianças que nasceram em lares com muitos recursos, sofrem pelo grande problema da mentalidade moderna de que “têm tudo com o que viver, mas não têm algo pelo qual viver”, o que nos leva a concluir que nossas crianças estão em perigo.

Então surge a pergunta que não quer calar: o que temos feito e o que podemos fazer como igrejas por nossas crianças? Será que o nosso amor e preocupação com as crianças que sofrem é o reflexo do amor da preocupação de Deus para com as nossas crianças?

A história Bíblica é bem interessante...

- História de Abrão e Sarai, antes do encontro com o anjo que mudou suas vidas.

- Sarai, sugere dar Agar como esposa para Abrão que topa e tem um filho com a serva Egípcia. Quando o menino Ismael nasceu a serva começou a zombar e diminuir Sarai por ela não ser mãe e sentia-se mais importante que sua senhora.

- Deus promete um filho ao casal, Abrão com 99 anos e Sara, 90 e muda o nome do casal.

- Isaque nasce e começa a crescer e Ismael com 13 anos, como toda criança, começa a zombar do seu meio-irmão e isso fez surgir a ira de Sara que pede ao seu esposo que mande Agar embora de sua casa.

- Abraão, levantou-se cedo, encheu um cantil de água, tomou alguns pães e deu a Agar e seu filho Ismael e mandou que partissem. Ela partiu andando errante perlo deserto de Berseba, até que a água e a comida se acabaram e ela com o seu coração de mãe, deixou o menino debaixo de um arbusto e ficou certa distância dele e começou a chorar, pois era-lhe muito duro ver o menino morrer.

- Temos chorado muito nesses últimos dias no Brasil pelas nossas crianças que estão morrendo. Tenho certeza de que aqueles que são pais e mães, devem ficar com seus corações apertados, quando ouvem falar dos diversos tipos de violência que tem acorrido no Brasil nos últimos tempos e que tomamos conhecimento através da mídia.

- Mas o que podemos falar dos abusos que não conhecemos e que muitas vezes nunca ficamos sabendo na época em que essas atrocidades acontecem somente muitos anos depois.

- Quantos crianças estão sendo violentadas e abusadas, no Brasil e quantas choram por terem os seus corpos agredidos, feridos e sem defesa alguma a única solução que encontram é chorar.

- Choro do abandono, da incapacidade de reagir diante de violências que são desferidas por adultos; choro do abandono da família que muitas deveria proteger e acaba perpetuando abusos que permanecerão para sempre na vida daquelas crianças; choro com o pedido de socorro, por não saberem o que fazer.

Mas Deus, ouviu o choro do menino... Deus ouviu o choro de uma criança...

Deus não apenas ouve o choro, Deus chora...

Quando Deus ouviu o choro da criança, Ele chamou Agar e disse-lhe: “O que que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino desde o lugar onde ele está”...

O que podemos aprender com essa história que tinha tudo para ter um final triste?

Quantas histórias você conhece de um vizinho, alunos, filhos de conhecidos ou mesmo um parente que precisa ouvir a voz e ordem de Deus?

Continua...

domingo, 8 de novembro de 2020

Crônica do final de semana...


 Aquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que pedimos...

Para a minha e sua alegria, vou dar um tempinho com essa história de brincar e provocar os meus amigos sobre política. Vou guardar minhas opiniões e sarcasmo para momentos de conversas animadas com aqueles amigos que são mais chegados que irmão.

Considero que o pleito nos Estados Unidos trouxe alguns ensinamentos para um grupo enorme de pessoas que mesmo não estando envolvidas com política ou qualquer cargo público perceberam de que a vida é dinâmica e vez por outra nos prega uma peça com derrotas inesperadas.

Existem outros assuntos de vital importância que merecem minha atenção, energia, carinho e dedicação total e confesso, preciso utilizar todo o meu tempo que passo fora do meu trabalho que é bem desgastante e por vezes estressante e por isso preciso utilizar bem o meu tempo.

Entendo que o pleito nos Estados Unidos nos trouxe alguns ensinamentos, ainda que não tenhamos nenhum envolvimento político ou qualquer cargo eletivo.

Uma lição que não quer calar é aquela de que não temos segurança de nada. A vida é uma eterna caixinha de surpresas. Me lembro de uma palavra de Tiago que nos diz: “Agora prestai atenção, vós que dizeis: hoje ou amanhã iremos a tal cidade, lá passaremos um ano, negociaremos e teremos lucro. No entanto, não sabeis o que acontecerá no dia de amanhã.” Tg. 4: 13-14b.

Outro aspecto que julgo interessante é que não devemos ter uma visão real de quem somos e como estamos. Podemos caricaturar nossa vida e procurar colocar nela elementos inexistentes que nos trazem uma visão distorcidas de quem somos. Gosto do encontro de Jacó com Deus e na terceira vez que o anjo pergunta quem é você e cansado de se passar por Esaú, parente de seu pai no episódio do poço, diante de Raquel e finalmente diante do anjo no vale de Jaboque, ele se auto declara sua vida foi radicalmente mudada.

Finalmente, aprendemos sobre a efemeridade do poder. Trabalho em órgão há alguns anos e tenho visto como o poder é passageiro. Hoje a pessoa manda e os ajuizados obedecem, mas passa o tempo e todo aquele poder desaparece. Esse fato também tem sido uma realidade nas nossas vidas. Hoje temos tudo e amanhã e quantas vezes no dia, semana, mês ou ano seguinte, não temos nada. A vida e o poder são efêmeros.

Sendo assim, diante dessa nova etapa, desejo sorte e felicidades a todos os concorrentes a mandatos públicos que cumpram com as obrigações que o cargo exige com excelência e com obras concretas, lembrando sempre um dos princípios de Maquiavel de que o homem público não tem vida privada.

Quero concluir com a palavra de Paulo em Efésios 3: 17-21: “para que Cristo habite em seus corações mediante a fé; e oro para que vocês, arraigados e alicerçados em amor, possam, juntamente com todos os santos, compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que vocês sejam cheios de toda a plenitude de Deus”.

Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós, a ele seja a glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre! Amém!

 

terça-feira, 30 de junho de 2020

O Cérebro da Criança


O Cérebro da Criança 
Daniel J. Siegel e Tina Payne Bryson

Vale a pena conferir!
Leitura perfeita para professores, professoras, educadores, educadoras, país, mães e todos que se interessam ou trabalham com crianças na Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica.
Os autores discorrem de maneira teórica e prática sobre 12 estratégias que visam nutrir a mente em desenvolvimento das crianças até os 12 anos, período do Ensino Fundamental I.
Vale a pena ter um exemplar em sua biblioteca para consultas periódicas.
Posso dizer que é perfeito.