Sem...
Sem radares nas BRs!!!
Sem radares nas cidades!!!
Sem pontos perdidos!!!
Sem estradas decentes!!!
Sem filhos que ficaram e ficarão sem pais!!!
Sem pais que ficaram e ficarão sem filhos!!!
Sem mães que choraram, choram e chorarão pelos seus filhos!!!
Sem policiais que ficam na tocaia para multar os desavisados!!!
Sem leis que complicam as vidas das pessoas!!!
Sem discussões e falatórios sobre os cem dias do Presidente!!!
Sem planos de combate às chuvas do Prefeito da Cidade Maravilhosa!!!
Sem segurança nos transportes públicos nas nossas cidades!!!
Sem amor e respeito ao venezuelano dando-lhe de comer vidro misturado a refeição!!!
Muitos estão...
Sem vida...
Sem paz...
Sem casa...
Sem família...
Sem amor...
Sem sensibilidade...
Sem esperança...
Sem emprego...
Sem chamego...
Sem sossego...
Sem apego...
Sem desejo de dias melhores.
Em algum lugar do horizonte...
O sol da justiça...
... brilhará...
... sorrirá...
... iluminará...
... e entrará sujando
... os nossos olhos
... claros de morte!!!
Roberto Gomes
.
domingo, 14 de abril de 2019
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
Crônica de gratidão pelo meu aniversário... 2018
Gratidão...
“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus
para convosco.” I Tes. 5:18
Sou grato a Deus por estar com
minha família, considerando que nos últimos dez anos não foi possível estar
junto de minha querida e amada mãe (meu tesouro mais precioso), os meus irmãos,
irmãs, sobrinhos e amigos que estão em alta estima.
Sou grato a Deus por ter vivido a
maior da minha vida junto às pessoas que sempre me deram força para continuar
ainda que algumas dificuldades da caminhada tenham sido duras, desanimadoras e
desgastantes.
Sou grato a Deus pelo tempo que passei
em vários ministérios começando pela minha querida Primeira Igreja em
Manguinhos, Primeira Igreja Batista em Ecoporanga (Ministério de Educação
Cristã), Congregação Batista no Campo dos Alemães e Igreja Batista do Aquidabã,
essa última, foi onde cresci e tive a oportunidade de liderar por 40 meses.
Sou grato a Deus pela
oportunidade de nos últimos quatro anos ter dedicado minha vida à Missões
Transculturais, passando pelo Senegal como tempo de preparação e no Togo,
países do Oeste do Continente Africano. Minha gratidão aos queridos
missionários que dedicam suas vidas do outro lado do Atlântico, pelas lições de
vidas compartilhadas.
Sou grato a Deus pelo meu retorno
ao Brasil (não foi fácil), mas durante esses dez meses, tive comprovação de ter
voltado no momento certo, pois passamos por duras batalhas com enfermidade na
família, porém o Senhor mais uma vez foi Fiel. A ele toda glória!
Sou grato a Deus pelos meus
amigos de longe e de perto, pois sempre que necessitei recebi uma palavra
amiga, incentivando-me ou alertando quanto à tomada de certas decisões. Quem
encontra um amigo, encontra um tesouro! “Um amigo fiel é uma poderosa
proteção: quem o achou, descobriu um tesouro”.
Sou grato a Deus por voltar à
Secretaria de Estado da Educação, nesse tempo e pelos meus novos e queridos
colegas de trabalho e os grandiosos desafios de nossa valente e valorosa equipe
que tem o comando de uma gerente pra lá de competente.
Sou grato a Deus pelos desafios
enfrentados e vencidos e ainda por muitos outros que ainda terei pela frente e
agora quase sexagenário (o tempo passa... o tempo voa...), espero ter mais
serenidades para enfrentar as próximas etapas da vida sem nunca perder a
alegria e o prazer de sorrir de tudo, inclusive de minha pessoa.
Sou grato a Deus por ter sido
lembrado por amigos de diversos estados, países e continentes e ainda que eu
quisesse usar todo meu vocabulário, ainda assim ficaria com uma altíssima
divida.
Sou grato a Deus pelos meus
queridos amigos senegaleses, ganenses, togoleses, nigerianos, “franceses”,
malineses, “chineses”, paraguaios, alemães, guineenses e de outras
nacionalidades que muito me orgulham e me deixam com uma vontade imensa de
visita-los.
Sou grato a Deus por estar com
minha gente, com meu povo, amigos, parentela e cercado de pessoas que me fazem
com que os meus dias sejam sempre gostosos de serem vividos e que me dão
alegria no tom certo.
Obrigado aos queridos e queridas
pelo carinho e amizade...
“Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso
Senhor Jesus Cristo.” Ef. 5:20
Abraços!
Robertinho
quarta-feira, 23 de maio de 2018
Crônica da minha vida de músico com meus amigos no Conjunto e Grupo Emanuel
Amigos para sempre...
Amigos de Conjunto e Grupo Emanuel.
Amigos de viagem de Kombi do meu saudoso pai.
Amigos de retiros de Embaixadores do Rei.
Amigos de bagunça no velho Liceu Muniz Freire, na antiga quadra de futebol de salão.
Amigos que nos esperam na rodoviária, aeroporto e se colocam a disposição jogando para o alto toda sua rotina para simplesmente nos fazer companhia.
Amigos que cuidam da vida funcional da gente, buscando e defendendo nossos direitos como se fossem os seus.
Amigos que se tornam filhos do coração da minha querida mãe, somente para que ficasse tranquilo do outro lado do Oceano Atlântico.
Amigos da viagens de ônibus de todas as manhãs com direito a guardar o seu assento e durante o trajeto as risadas são constantes, fortalecendo uma amizade que parece antiga.
Amigos das bagunças nas ruas de Cachoeiro, após às aulas no turno noturno, fui recomendado a não escrever exatamente o quê fazíamos, mas posso te falar em off. rsrs
Amigos do velho e bom caldo de cana que sempre terminava com um banho no menos esperto.
Amigos que cuidam da vida da gente, quando estamos longe da nossa terra natal.
Amigos do futebol de salão, campo e do campinho do Bil com direito a pernadas tipo Vasco e aquele time.
Amigos das preocupações das mães para saber onde seus filhos estavam conversando por volta das 3h da manhã, após o culto.
Amigos do Colégio Batista Shepard que conhecemos por acaso e que se tornam mais chegados que irmãos.
Amigos que participaram e influenciaram nossa vida acadêmica e ministerial.
Amigos que viveram intensamente cada momento que passaram juntos e hoje têm histórias para contar.
Sou grato a Deus, por ter me concedido a oportunidade de compartilhar minha vida com esses queridos e queridas.
Sou grato a Deus, por ver o quanto Ele foi bondoso com todos nós.
Sou grato a Deus, pelos meu amigos que não estão mais conosco, mas que também marcaram nossas vidas.
Sou grato a Deus, pois ainda que a vida um dia se vá e ela irá, tivemos tempo de dizer uns aos outros que nossa história tem um pouco da vida de cada um.
E parafraseando o poeta Asaphe: eu não sei o que seria de minha vida sem irmãos e irmãs...
Obrigado queridos e queridas e esse carinho que nos une, seja para sempre enquanto a vida durar e quando ela não mais existir por aqui, que as recordações inundem os nossos gratos corações.
Bjs no coração!
Vila Velha... 21/05/18
domingo, 14 de janeiro de 2018
Crônica da minha vida na África...
Memórias da África.
A Chegada no Senegal...
No
próximo dia 21 de janeiro de 2018, completarei três meses no Brasil, depois de
passar três anos no Continente Africano, especificamente, no Oeste da África.
Nesse
tempo tive muitas experiências interessantes e acredito que a primeira e mais
marcante, foi chegar em Dakar, no Senegal, dia 19 de agosto de 2014, exatamente
um dia antes do meu aniversário .Assim que as portas do avião foram abertas,
tive a nítida impressão de estar entrando num forno. Era verão, porém, eu
sentia que outras emoções estavam por vir!
Depois
de um breve tempo, tentando me acostumar com o calor, era necessário enfrentar
a burocracia com o visto e todos os questionários e questionamentos da polícia
com uma pessoa que falava um francês que nem ele mesmo entendia. Tudo era
novidade!!
Agora
com tudo liberado, passaporte devidamente carimbado, só restava pegar as três
malas, (duas com coisas pessoais e uma com material do PEPE). Tudo corria bem,
até que, olhei na esteira rolante e visualizei somente as minhas malas.
Incrível! A mala do PEPE, simplesmente havia sumido!!!Uau!!!
Fui
conduzido pelo pessoal do aeroporto para uma salinha, para explicar o que havia
dentro da mala sumida e quais eram suas características. Com o meu francês de
caminhão, procurei responder pacientemente a cada questionamento, e depois de
quase uma hora e meia, consegui sair do aeroporto. Ufa!!! Agora pronto para
viver as próximas emoções...
Assim
foi a saída repleta delas, pois os
vendedores da moeda local, ofereciam Franco cfa, com uma disposição de fazer inveja aos melhores
cambistas brasileiros em final de campeonato no Maracanã. A cena era
indescritível e na minha lembrança fui levado de um lado para o outro, e via os
missionários Humberto e Ricardo, fazendo sinal, para que não trocasse a moeda.
Quando
você chega num país e sabe que vai ficar por lá, passa um grande filme na sua
cabeça. Após os cumprimentos de praxe, malas acomodadas no carro, vamos pra
casa. As cores, o céu, as sensações e a iluminação, são diferentes. Não sabia
se falava com o Humberto e Ricardo, ou se observava tudo que os meus olhos
podiam captar. Queria guardar todas àquelas informações na retina, registrá-las
na mente e guardá-las para sempre no meu coração. Acredito que consegui!
Quando
chegamos na casa da Junta, recebemos uma ligação de que a mala perdida havia
sido encontrada, fizemos meia volta e fomos correndo para o aeroporto. Agora
era preciso abrir a mala para mostrar o conteúdo. Quase chorei, pois levei um
tempo enorme para arrumar os livros e fui obrigado a retirá-los, depois
recolocá-los no mesmo lugar, tive a sensação de ter experimentado a
multiplicação deles. Cumpridas todas às exigências, partimos para o apartamento
que seria a minha casa por alguns meses.
Ao
chegar no prédio, uma porta foi aberta e o seu peso fazia com que ela se
arrastasse no chão produzindo um som meio que irritante. Era preciso subir um
lance de escadas como um caracol bem suave. As luzes eram fracas e o ambiente
inicialmente era sombrio e triste. Diante do apartamento, esperamos alguns
instantes para que Jean, nos abrisse a porta e finalmente entramos.. Ricardo
ficou e Humberto, seguiu para casa!
O
quarto era grande, possuía uma cama de casal e uma cômoda. Como a maioria dos móveis
daquela região da África são de madeira, não mexi em nada, pois faria muito
barulho e por certo acordaria meus vizinhos, considerando que eram três horas
da madrugada.
Através
da tela da minha janela, olhei pela primeira vez... Percebi que a concepção de
iluminação pública era diferente da brasileira... Vi carcaças de carros, um
velho compressor, árvores, uma passarela e minha rua, todos em silêncio. Apenas
a “BR” que dava pra ver do meu quarto, não conseguiu, guardar silêncio...
Depois
de um bom banho, adormeci e de repente, fui acordado pelo som que vinha de uma
das muitas mesquitas que existem em Dakar... depois disso o cansaço foi mais
forte e dormi!
No
dia seguinte... Youssouf segue para sua próxima jornada....
terça-feira, 14 de novembro de 2017
Bairro da Penha no Rio de Janeiro, lugar de aconchego...
Normalmente no interior, o dia começa com o
cantar do galo, essa experiência é extremamente gostosa, pois normalmente se
passa em nossa mente filmes que retratam a nossa infância que remontam memórias
de tempos que foram ótimos. A nostalgia em certos momentos de nossas vidas é
presença obrigatória.
O despertar na terça-feira, foi com o som do
telefone que sem piedade anunciava o nascer de um novo dia. Quando não se tem a
opção de permanecer mais um pouquinho na cama, a melhor atitude é levantar e
partir para chuveiro que rapidamente resolve qualquer desânimo.
De banho tomado e com todos os apetrechos
organizados, vamos enfrentar mais uma aventura que seria chegar à Nova Brasília
e o meu desejo era passar no interior do Complexo do Alemão, para dar uma
olhada e sentir o clima da comunidade, porém o motorista, disse-me que não era
aconselhável devido ao clima de insegurança instalado na cidade do Rio de
Janeiro.
Próximo à Nova Brasília observei um conjunto
de prédios devidamente instalados no local onde ficava uma antiga fábrica de lingerie da Poesi, que outrora
empregara muitas pessoas e proporcionavam um grande movimento no final do
expediente quando as funcionárias deixavam o trabalho. Isso, no início da
década de oitenta.
Como a vida não pode parar, prosseguimos o
nosso caminho passando próximos a Del Castilho até ganharmos a Avenida Brasil e
observamos através das copas das árvores o majestoso Instituto Fio Cruz, que
fica do lado oposto de Manguinhos, local que me enche de recordações. Uma nota
é digna de menção: o trânsito nos foi extremamente favorável.
Na altura do Caju e já bem próximos da
Rodoviária é sempre interessante observar os viadutos imponentes que se
oferecem como rota àqueles que desejam ir um pouco mais adiante até a zona sul
da cidade e no nosso caso, especificamente, fizemos a opção de pegarmos à Rua
Rodrigues Alves e depois o túnel Marcelo de Alencar, que nos impressiona pela
sua beleza, misturada com a loucura de carros velozes e furiosos praticamente o
tempo todo. Chegar ao Aeroporto Santos
Dumont foi como num piscar de olhos.
Cumpridas as formalidades que antecedem um
voo doméstico, dirigi-me ao segundo piso para tomar um gostoso café e como não
poderia deixar de ser com um delicioso pão de queijo.
Como o tempo é apressado e não perdoa, chegou
o momento de entrar na aeronave e se preparar para partir à Vitória. Tudo
pronto e passageiros com seus cintos apertados, vamos nós rumo a capital (Vitória)
mais simpática do Brasil. Chegamos exatamente ao meio-dia, e a recepção foi
extremamente calorosa.
Vitória na chegada...
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
De Volta ao Rio de Janeiro
Amanheceu na cidade do Rio de Janeiro e como
não poderia deixar de ser, por ser uma segunda-feira, a área de desembarque na
rodoviária Novo Rio, estava apinhada de pessoas voltando do final de semana.
Ao descer do ônibus, tal qual foi a minha
surpresa, quando encontrei um amigo que havia viajado no mesmo veículo e
aproveitamos para colocar o papo em dia e ao mesmo tempo, aproveitar para saber
as novidades.
Depois desse encontro, não poderia deixar de
aproveitar a oportunidade para tomar um bom café e me preparar para uma grande
maratona que seria minha segunda-feira.
Dirigi-me à Junta de Missões Mundiais para participar
daquela que seria a minha última reunião com a equipe do PEPE. A recepção foi
calorosa e fiquei extremamente feliz por saber que a equipe recebeu mais três
pessoas novas e que por certo darão um novo impulso ao Programa. Deus seja
louvado!
Após uma manhã intensa de trabalhos e
palestras, saímos para almoçar na padaria da Rua Desembargador Isidro, pois
além de ser um ambiente agradável a comida que se serve por lá é pra lá de
gostosa.
No retorno a sede, mais trabalho e fugindo um
pouco da rotina, conversei com o Gerente de Missões e aproveitamos para marcar
um novo encontro assim que for possível, para uma conversa informal e sobre as
atividades que foram desenvolvidas no Togo. Em seguida, partimos para as
despedidas de toda equipe e assim, fechei temporariamente minha participação na
Junta de Missões Mundiais.
No final da tarde, com o corpo extremamente
esgotado por não ter descansado depois de mais de três noites acordado e
viajando, partimos para um gostoso encontro com meus queridos amigos dos bons
tempos da PIB de Manguinhos e da Associação Cristã de Igrejas, o local escolhido foi no
Norte Shopping.
O encontro foi excelente considerando que
estávamos em cinco pessoas, Tânia,
Márcio, Marcinho, Robertinho e Marcos. Sempre que este grupo se encontra a
conversa gira em torno de tudo e de todos. Passamos boas horas rindo e nos
divertindo e claro provando uma excelente comida, regada de histórias que a
todos divertiam.
Não seria possível em hipótese alguma
terminar a noite, sem rever a mãe e alguns parentes de Tânia e retornar para
casa do meu amigo Márcio que estava tão ansioso por chegar no seu lar doce lar.
Depois de assistirmos alguns bons clipes, chegou a hora de agradecer a Deus,
por tudo que Ele havia feito durante o dia, recostar a cabeça no travesseiro e
pensar: .”Grandes coisas fez o Senhor
por nós e por isso estamos alegres”. A noite passou como se passa com àquela
sensação de um tempo bom.
Chegar em Cachoeiro, ainda era só sonho...
sábado, 11 de novembro de 2017
Meu
pequeno Cachoeiro...
Depois de passada as primeiras emoções,
era preciso rever a casa que estava sendo preparada para passar por uma pequena
pintura, para o aniversário de minha querida mãe, no dia 22 e comemoraremos com
um culto no dia 25, na Igreja Batista do Aquidabã. Você já está convidado.
Ao entrar no quarto que já foi dos meus
irmãos, Rogério e Renato, tendo passado por Gabriel e por minha pessoa, durante
alguns anos. Ali também já esteve Jéssica, e por último ficou sob a
responsabilidade de Dudu que administrou bem do jeitinho dele. Esse cantinho de
nossa casa tem histórias bem engraçadas que um dia pretendo contá-las.
A sala estava parecendo um espaço de
guerra, considerando que alguns móveis que foram tirados dos quartos foram
colocados justamente na sala de visitas. Fiquei feliz, pois no domingo,
praticamente não recebemos visitas e as pessoas que foram na minha casa, são
pessoas consideradas da família.
Bem, após o banho e depois de saborear o
delicioso café da minha querida mãe, preparei-me e fui para Igreja Batista do
Aquidabã. Ao entrar no templo da IBA, fiquei maravilhado ao reencontrar Elza
que carinhosamente chamamos de Elzinha. Tive oportunidade de abraçar outras
pessoas queridas que me proporcionaram alegrias no passado e hoje embalam a
minha vida.
Na Escola Bíblica Dominical o ambiente foi
extremamente gostoso com a ministração do professor Elizeu Grifo Rezende e
naturalmente as participações dos meus queridos amigos, alunos da EBD, com um
destaque todo especial para o Altamiro, popularmente conhecido como Miro que
deixa a sala mais leve com sua descontração corriqueira e sua imensa vontade de
aprender.
Depois de nossa Escola Bíblica Dominical,
subimos para o salão de culto e dessa vez recebi um caloroso abraço da
Victória, filha de Elizeu e Horminda que além de ser uma linda pré-adolescente
é extremamente simpática e tenho certeza de que continuará dando muitas
alegrias aos pais e a nossa querida Igreja.
Pedi uma oportunidade ao Pastor Ronaldo,
para dirigir-me à Igreja informando que após uma conversa com o meu Gerente de
Missões no mês de junho, passei um período em oração, onde tomei a decisão
definitiva de deixar o campo missionário. Não foi uma decisão fácil,
entretanto, entendo ser esse o tempo
reservado por DEUS, para que eu
esteja no Brasil. Deus tem o Seu plano perfeito e sabe de todas as coisas.
Foi um excelente reencontro com meus
queridos irmãos, e sei que muitos ficaram surpresos com a minha notícia, porém,
entendo que a maioria compreendeu as
minhas razões e como sempre fizeram, estarão orando por minha vida neste
momento do meu retorno.
Minha primeira tarde de domingo no Brasil,
foi às voltas com uma grande arrumação de uma pequena mala, que me acompanharia
na minha viagem ao Rio de Janeiro no final do dia. Então chegou o momento de
retornar à cidade maravilhosa. Mas esse assunto fica para o próximo encontro...
Viajando...
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